Campanhas educacionais de prevenção ao HIV no Brasil de 1987 a 2002
DOI:
https://doi.org/10.17648/2596-058X-recite-v2n1-4Palavras-chave:
Design gráfico; Prevenção a AIDS; HIVResumo
Este artigo tem como objetivo principal questionar os rumos que a prevenção à Aids no Brasil tomou nos últimos anos. A argumentação será feita através da exposição de seis comerciais de prevenção veiculados pelo programa oficial de HIV/Aids e Hepatites virais do governo brasileiro nas últimas três décadas. Os comerciais aqui apresentados mostram como as mudanças nos discursos, as opções temáticas e as descobertas médicas relacionadas ao tratamento da doença foram determinantes para a manutenção de uma prevenção exclusivamente calcada no discurso imperativo do sexo seguro do tipo chamado aqui de “discurso do risco”, em detrimento da informação e da interação com o público visado. Esse questionamento conduz a uma reflexão sobre o papel desempenhado pelo designer na elaboração e na divulgação de campanhas de prevenção ligadas à saúde.
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