Reflexão sobre a realidade virtual como ferramenta de educação permanente nas instituições nucleares

  • Valéria Pastura (IEN/CNEN)
  • Antônio Carlos de A. Mól (UniCarioca/NUCAP/ IEN/CNEN)
  • Eugênio Rangel Marins (IEN/CNEN)
  • Ana Paula Legey (UniCarioca/NUCAP/ IEN/CNEN)
  • André Cotelli do Espirito Santo (UniCarioca/NUCAP/ IEN/CNEN)
Palavras-chave: Realidade Virtual, Gestão do conhecimento, Educação permanente, Energia nuclear

Resumo

O conhecimento está acessível a todo instante, e saber gerenciar dados estratégicos, de modo a empregá-los
da forma mais adequada possível, é essencial para a preservação de uma instituição. A guarda de informações,
imprescindíveis na geração de processos técnico-científicos, está exclusivamente na mente das pessoas, uma riqueza que precisa ser compartilhada para tornar eficiente o processo de troca de conhecimento dentro da área nuclear. A gestão do conhecimento surge nesse cenário como uma proposta de identificação, maximização, codificação e compartilhamento de conhecimentos estrategicamente relevantes visando criar uma disposição favorável para o aprendizado constante e a valorização do capital intelectual nas instituições do setor nuclear brasileiro. Este trabalho se propõe tecer reflexões sobre a importância da criação de um programa de educação permanente, por meio de ferramentas de Realidade Virtual, voltado para os servidores dessas instituições.
Dessa forma, eles se tornarão multiplicadores na divulgação das atividades desenvolvidas por sua instituição, para que possam, com argumentos fortes, e com conhecimento na área, defender o trabalho do setor das críticas externas à energia nuclear. O objetivo é criar um processo importante de mudança de mentalidade e atitude entre as pessoas que se relacionam com os servidores do setor, ampliando o debate sobre o tema, de modo que a sociedade, de forma clara e isenta de preconceitos, possa compreender os benefícios da utilização dessa forma de energia. A gestão eficiente do conhecimento nuclear facilita o processo de divulgação externa, visando à formação da opinião pública a respeito da energia nuclear, ou seja, trabalhar o interno para alcançar o externo de forma continuada.

Publicado
2018-03-21