EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS DA ESCOLA PÚBLICA RESIDENTES EM TERRITÓRIOS FAVELIZADOS

OS DESAFIOS DE UMA OBSERVAÇÃO DE CUNHO ETNOGRÁFICO DURANTE A PANDEMIA

Autores

  • Suely Conceição Rodrigues Grupo de Pesquisa Roda de Conversas Popularização da Ciência e Tecnologia Social Dialogos transversais. Universidade Cândido Mendes. https://orcid.org/0000-0002-3367-1324
  • Regina Célia Pereira de Moraes Grupo de Pesquisa Roda de Conversas Popularização da Ciência e Tecnologia Social Dialogos transversais.Pós-Doutora em Serviço Social PUC-RJ https://orcid.org/0000-0001-6590-9707

Palavras-chave:

Pandemia, Criança, Territórios favelizados, Rotinas esfaceladas, Desassistência endêmica

Resumo

Muitas crianças residentes em territórios favelizados são oriundas de famílias que não conseguiram ser assistidas pelo Estado, várias com mães, tias e avós semialfabetizadas. Não é preciso muito esforço para entender que existe um amplo distanciamento entre Estado e Sociedade, entre governo municipal e crianças residentes de territórios favelizados. Este relato propõe reflexão a respeito do conteúdo programático apresentado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro a estas crianças durante a pandemia, conteúdo este que demanda entendimentos tecnológicos que muitas vezes ultrapassam o arcabouço de conhecimentos tecnológicos de seus familiares. Assim, estas crianças acabam relegadas a um limbo educacional.

Biografia do Autor

Regina Célia Pereira de Moraes, Grupo de Pesquisa Roda de Conversas Popularização da Ciência e Tecnologia Social Dialogos transversais.Pós-Doutora em Serviço Social PUC-RJ

Grupo de Pesquisa Roda de Conversas Popularização da Ciência e Tecnologia Social_Dialogos transversais. Pós-Doutora em Serviço Social PUC-RJ. Pós-Doutora em Ciência da Informação- IBICT. Doutora em Engenharia de Sistemas, PESC/COPPE/UFRJ. Mestrado em Ciência da Informação-IBICT.

Referências

REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 343, de 17 de março de 2020. Disponível em http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Portaria/PRT/Portaria%20n%C2%BA%20343-20-mec.htm. Acesso em: 15 jun. 2020.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. 1 Ed. São Paulo: Editora 34, 1999.
MATURANA, R. Humberto. De máquinas e seres vivos: autopoiése - a organização do vivo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MORAES, R. Uma tempestade de luz: a compreensão possibilitada pela análise textual discursiva. Ciência & Educação, v. 9, n. 2, p. 191-211, 2003.

Publicado

2020-09-13

Como Citar

Rodrigues, S. C., & Moraes, R. C. P. de. (2020). EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS DA ESCOLA PÚBLICA RESIDENTES EM TERRITÓRIOS FAVELIZADOS: OS DESAFIOS DE UMA OBSERVAÇÃO DE CUNHO ETNOGRÁFICO DURANTE A PANDEMIA. REVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO, 5(especial), 23–25. Recuperado de https://recite.unicarioca.edu.br/rccte/index.php/rccte/article/view/152

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