POR UMA NOVA HERMENÊUTICA DE PRÁTICAS DOCENTES

PARA QUE O DIALOGISMO NÃO SEJA COLOCADO EM XEQUE NO AMBIENTE VIRTUAL

Autores

Palavras-chave:

Aulas remotas, Pandemia, Ensino, Aprendizado, Dialogismo

Resumo

Em meados de março o centro universitário onde trabalho decidiu pela transferência das atividades acadêmicas do real para o virtual, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde e as diretivas nacionais de saúde, por conta da pandemia do covid-19. Sistemas, operações e dinâmica metodológica precisaram ser revistas. Alunos e professores precisaram se preparar rapidamente, em termos psicológicos e materiais. Mas as diferenças que se manifestavam no presencial continuaram a existir no virtual e acabaram por interferir sobremaneira na relação dialógica dos professores com seus alunos. Como lidar com questões inerentes a este novo contexto? Este novo momento vai demandar muito debate, muita reflexão conjunta de diversos agentes sociais, em prol do desenho de uma hermenêutica docente. E como fazer isso? O caminho se faz caminhando.

Referências

BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. 1ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1998.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1997.
MATURANA, H. R. Ontologia da realidade. Belo Horizonte: UFMG, 1997.

Publicado

2020-09-30

Como Citar

Valim, R. L. de M. (2020). POR UMA NOVA HERMENÊUTICA DE PRÁTICAS DOCENTES: PARA QUE O DIALOGISMO NÃO SEJA COLOCADO EM XEQUE NO AMBIENTE VIRTUAL. REVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO, 5(especial), 125–127. Recuperado de https://recite.unicarioca.edu.br/rccte/index.php/rccte/article/view/154

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