Aprender design na educação básica: estudo comparativo entre o currículo inglês e uma escola brasileira, o CAP-UERJ
DOI:
https://doi.org/10.17648/2596-058X-recite-v2n2-2Palavras-chave:
Design, Educação básica, Ensino aprendizagemResumo
No contexto do Design, discute-se, há alguns anos, que os conhecimentos próprios desta área são relevantes para um espectro de ações mais amplo do que o rotineiramente praticado/difundido. Nesse sentido, este trabalho debate a pertinência do Design como um saber a ser aprendido na formação básica, uma vez que oportuniza o desenvolvimento de competências cognitivas importantes para a vida adulta contemporânea como a habilidade de prototipar ideias, a visão crítica a respeito da cultura material, a desenvoltura para argumentar e negociar opiniões, dentre outras. O artigo explora as ideias de alguns autores (ARCHER, 1979; BAYNES, 2010; DAVIS, 1997, 2004; CROSS, 2006, 2010,2011, MARTINS 2016, 2017) que, desde a década de 1970, discutem a pertinência do ensino do Design na educação básica. Após, esmiuçamos o caso pioneiro brasileiro de ensino do Design na formação básica que ocorre desde a década de 1970: CAp-UERJ, escola de Aplicação da UERJ. Narramos nuances desta iniciativa contando detalhes que favoreceram a sua implementação, como também comentamos os objetivos pedagógicos vislumbrados por seus implementadores.
Descrevemos as orientações curriculares desta prática, comentamos e analisamos os projetos desenvolvidos e narramos a percepção dos alunos que vivenciam esta experiência. O artigo finaliza com a apreciação da vivência desta experiência por parte da professora Lula Rufino, que esteve à frente desta empreitada ao longo de 38 anos.
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