FORMAÇÃO DE PROFESSORES NORMALISTAS: UMA ANÁLISE DO ENSINO DE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
DOI:
https://doi.org/10.29327/2283237.10.1-3Palavras-chave:
Capacitação de normalistas, Currículo de professores normalistas, Formação tecnológica de professores secundaristas, Tecnologias assistivasResumo
Objetiva-se aqui apresentar investigações a respeito de como as tecnologias assistivas (TAs) estão sendo trabalhadas no curso de formação de professores normalistas, para identificar lacunas e propor estratégias de aprimoramento para preparar os educadores de forma mais abrangente e efetiva. Para modelagem do campo, realizou-se pesquisa documental. Já no campo, trabalhou-se com rodas de conversa. A análise descritiva qualitativa foi a técnica utilizada para análise dos dados do campo. Achados do campo sugerem que: a formação inicial e continuada dos professores precisa contemplar o conhecimento e a prática de TAs, mas o trabalho deve ser constantemente repensado e reajustado.
Referências
BRASIL. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília, DF: CNS, 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acesso em: 17 maio 2024.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF: Presidência da República, 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 17 maio 2024.
BUENO, J. G. S. Educação especial brasileira: questões conceituais e de atualidade. São Paulo: EDUC – Editora da PUC/SP, 2011.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
FREIRE, P. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
GIROTO, C. R. M. Reflexões sobre formação do professor para o Atendimento Educacional Especializado no contexto das atuais políticas educacionais. In: SOUZA, C. B. G.; RIBEIRO, P. R. M (org.). Políticas públicas em educação no contexto Ibero-Americano. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. p. 27-39.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: O que é? por quê? como fazer?. São Paulo: Summus, 2015.
NÓVOA, A. (org.). Profissão professor. Porto: Porto Editora, 1991.
PAIVA, Olga Marinho. O curso normal do Instituto de Educação Rangel Pestana (1966-2011): espaço de memória e tradição na formação de professores em Nova Iguaçu. 2012. 137p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
SOARES, C. J. F. Análise descritiva qualitativa. Curitiba: CRV, 2022.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 12.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
UNESCO. Declaração de Salamanca sobre princípios, política e práticas na área das necessidades educativas especiais. Salamanca, Espanha: UNESCO, 1994.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Liliana Vieira Martins, Rosa L. de M. Valim; Veronica Eloi de Almeida

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
O autor vem por meio desta declarar que o artigo, aprovado para publicação na Revista Carioca de Ciência, Tecnologia e Educação é um trabalho original, que não foi publicado ou está sendo considerado para publicação em outra revista, que seja no formato impresso ou no eletrônico. O autor do manuscrito em questão, também:
- Declara que participei suficientemente do artigo para tornar pública minha responsabilidade pelo conteúdo.
- Declara que o uso de qualquer marca registrada ou direito autoral dentro do manuscrito foi creditado a seu proprietário ou a permissão para usar o nome foi concedida, caso seja necessário.
- Declara que todas as afirmações contidas no manuscrito, são fatos, são verdadeiras ou baseadas em pesquisa com razoável exatidão.
- Declara que concordo que os direitos autorais referentes o artigo acima referenciado se tornarão propriedade exclusiva da Revista Carioca de Ciência, Tecnologia e Educação.
