O ESTADO DE FLOW NA SALA DE AULA: IMPLICAÇÕES PARA A APRENDIZAGEM E O ENGAJAMENTO ESTUDANTIL

Autores

Palavras-chave:

imersão, engajamento estudantil, tecnologias digitais, design educacional, aprendizagem significativa

Resumo

Este artigo investiga como o estado mental de imersão total, conhecido como Flow, pode otimizar o aprendizado e o engajamento estudantil no contexto da educação contemporânea. O estudo analisa a relevância desse estado no ambiente educacional, examinando como elementos como desafios adequados, clareza de objetivos e feedback imediato influenciam a motivação e a aquisição de habilidades. A pesquisa empregou uma metodologia mista, combinando uma revisão sistemática da literatura com a análise de estudos empíricos para identificar padrões e desafios na promoção dessa imersão em sala de aula. Os resultados revelam que o Flow atua como um catalisador do aprendizado, transformando atividades em experiências gratificantes. As conclusões enfatizam a importância de designs de aprendizagem que ofereçam autonomia e segurança, sugerindo a integração de metodologias ativas e tecnologias digitais para personalizar o ensino e mitigar as distrações do mundo digital.

Biografia do Autor

Sandro Baldo, IF Sudeste MG

Docente efetivo no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IFSUDESTE MG). Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana - PPFH da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT). Possui especialização em Gestão Pública e Finanças e em Docência para Educação Superior. Graduado em Administração pela Faculdade Juiz de Fora (FJF). Tem experiência e foco de pesquisa na área de Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

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Publicado

2026-05-06

Como Citar

Baldo, S. (2026). O ESTADO DE FLOW NA SALA DE AULA: IMPLICAÇÕES PARA A APRENDIZAGEM E O ENGAJAMENTO ESTUDANTIL. REVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO, 10(2), 24–34. Recuperado de https://recite.unicarioca.edu.br/rccte/index.php/rccte/article/view/352