REVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO
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<p>A RECITE - Revista Carioca de Ciência Tecnologia e Educação é uma publicação, do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Novas Tecnologias Digitais na Educação da UniCarioca (<a title="Mestrado Profissional em Novas Tecnologias Digitais na Educação da UniCarioca" href="https://unicarioca.edu.br/cursos/mestrado/novas-tecnologias-digitais-na-educacao" target="_blank" rel="noopener">MPNTDE</a>), sem custos para os autores dos artigos publicados. Seu objetivo principal é a divulgação de pesquisas na área de Ciência, Tecnologia e Design aplicados à Educação.</p> <p>A Revista aceita artigos originais, ensaios teóricos e revisões bibliográficas e/ou sistemáticas que abordam o uso, a avaliação e a ressignificação das novas tecnologias digitais na Educação e áreas afins. Isso também inclui as diferentes modalidades da educação como informal, não formal e formal, bem como a formação inicial e continuada de professores para tal.</p> <p> </p>Editora UniCariocapt-BRREVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO2525-3522<p>O autor vem por meio desta declarar que o artigo, aprovado para publicação na <strong>Revista Carioca de Ciência, Tecnologia e Educação </strong>é um trabalho original, que não foi publicado ou está sendo considerado para publicação em outra revista, que seja no formato impresso ou no eletrônico. O autor do manuscrito em questão, também:</p> <ol> <li class="show">Declara que participei suficientemente do artigo para tornar pública minha responsabilidade pelo conteúdo.</li> <li class="show">Declara que o uso de qualquer marca registrada ou direito autoral dentro do manuscrito foi creditado a seu proprietário ou a permissão para usar o nome foi concedida, caso seja necessário.</li> <li class="show">Declara que todas as afirmações contidas no manuscrito, são fatos, são verdadeiras ou baseadas em pesquisa com razoável exatidão.</li> <li class="show">Declara que concordo que os direitos autorais referentes o artigo acima referenciado se tornarão propriedade exclusiva da <strong>Revista Carioca de Ciência, Tecnologia e Educação</strong>.</li> </ol>RECITE (Revista Carioca de Ciência Tecnologia e Educação) - EDITORIAL
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<p>Este número chega aos leitores em um momento especialmente significativo para nossa revista. <strong>Em 2026, celebramos dez anos de uma trajetória iniciada em 2016</strong> e construída pelo trabalho coletivo de autores, avaliadores, editores, pesquisadores e demais colaboradores que, ao longo desse percurso, contribuíram para sua consolidação como espaço de produção, circulação e compartilhamento do conhecimento científico. Celebramos também <strong>uma importante conquista: a classificação A3</strong>, reconhecimento que nos alegra e, ao mesmo tempo, renova nosso compromisso com a qualidade acadêmica e editorial da publicação. Mais do que comemorar resultados, este aniversário é uma oportunidade de reconhecer a dedicação de todos aqueles que fizeram e continuam fazendo parte dessa história.</p> <p>É também <strong>neste marco de dez anos que inauguramos uma nova proposta para as capas da revista</strong>, concebidas com maior intencionalidade estética e editorial e em diálogo com a identidade e as temáticas de cada edição. <strong>A arte da capa deste número, realizada pelas jovens artistas Isabela Legey e Sara Isnardo</strong>, conjuga fotografia e arte digital, inaugurando esse novo momento visual da publicação. Ao abrir espaço para diferentes linguagens e formas de expressão, buscamos fazer da capa não apenas uma apresentação gráfica, mas também um convite à leitura e uma dimensão integrante da experiência editorial.</p> <p>Celebrar uma trajetória, contudo, é também olhar para as transformações que atravessam o presente e para os desafios que elas nos colocam.</p> <p><strong>As transformações tecnológicas que atravessam a sociedade contemporânea vêm produzindo novos desafios e possibilidades para a Educação</strong>. A crescente presença das tecnologias digitais e, mais recentemente, a rápida expansão da Inteligência Artificial (IA) nos diferentes espaços de aprendizagem convidam pesquisadores, professores e instituições de ensino a ultrapassarem uma compreensão meramente instrumental desses recursos. <strong>Mais do que incorporar novas ferramentas, torna-se necessário refletir sobre as formas pelas quais elas podem contribuir para práticas pedagógicas</strong> mais críticas, éticas, acessíveis, inclusivas e comprometidas com a autonomia dos sujeitos.</p> <p>É nesse cenário que se insere a presente edição, reunindo estudos que, a partir de diferentes perspectivas teóricas, metodológicas e contextos educacionais, colocam em diálogo três questões particularmente relevantes para a Educação contemporânea: <strong>tecnologias digitais, formação e inclusão</strong>.</p>Regina Celia Pereira de MoraesRosa Lidice de Moraes ValimAndrea Paula Osorio Duque
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2026-10-022026-10-0211113EM TEMPOS DE EFERVESCÊNCIA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: UMA PESQUISA COM ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA
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<p>Este artigo trata da inteligência artificial no contexto da Educação Básica e tem como objetivo compreender perfil e propósito de quem utiliza a IA para fins de estudo, quais ferramentas são utilizadas e de que forma. A metodologia consiste na aplicação de um questionário, com seis questões fechadas e duas abertas, a 510 estudantes do Rio Grande do Sul, via Google Forms. Os resultados apontam que 78% dos participantes utilizam ferramentas de IA, e mais de 69% fazem uso dessas tecnologias para fins de estudo. O ChatGPT se destacou como a ferramenta mais popular, sendo utilizado por quase metade dos respondentes. As finalidades mais recorrentes envolvem pesquisa, estudo, resolução de dúvidas, elaboração de trabalhos e resumos, sinalizando uma incorporação espontânea e funcional da IA como apoio ao processo de aprendizagem. Por fim, destaca-se a urgência de espaços formativos que discutam a IA em sua complexidade e permitam sua integração consciente, ética e significativa ao processo educativo.</p>Bruna Vinholes LopesCarla Denize Ott FelcherGleisson Couto de OliveiraElciete de Campos Moraes Brum
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2026-10-022026-10-02111421ANÁLISE DAS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO SOBRE OS DESAFIOS ÉTICOS ENVOLVIDOS NA UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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<p>Apesar dos benefícios diretamente associados ao uso da Inteligência Artificial (IA) generativa, como personalização da aprendizagem, <em>feedback</em> instantâneo e automação de tarefas, sua incorporação ao contexto educacional também suscita desafios éticos relacionados ao pensamento crítico, à confiabilidade das informações, à privacidade de dados e à autonomia dos estudantes. Diante da carência de estudos sobre a percepção dos estudantes, atores centrais do processo formativo, acerca desses desafios, esta pesquisa analisou as percepções de 113 jovens do Ensino Médio Técnico (EMT) acerca dos desafios éticos envolvidos no uso da IA no contexto educacional, com foco no pensamento crítico, na confiabilidade das informações e na dependência tecnológica. Adotou-se abordagem qualiquantitativa com aplicação de questionário estruturado em quatro partes: perfil do estudante, estratégias no uso de IA, reflexões sobre o uso de IA (escala Likert) e experiência recente com IA por meio de questão dissertativa, analisada a partir da Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados indicam que os estudantes reconhecem benefícios da IA, como praticidade, rapidez, apoio à aprendizagem, e adotam estratégias iniciais de validação das respostas. Contudo, identificaram-se fragilidades na compreensão de vieses algorítmicos, privacidade de dados e impactos éticos, além de casos de uso superficial e aceitação de respostas incorretas. A pesquisa concluiu que há necessidade de fortalecer o Letramento Científico e a alfabetização em IA no EMT, promovendo práticas pedagógicas que incentivem o uso crítico, ético e reflexivo dessas ferramentas.</p>Marco Antonio Sanches AnastacioVinicius Alves RodriguesMauro Sérgio Teixeira de Araújo
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2026-10-022026-10-021112238TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: UMA ABORDAGEM INCLUSIVA
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<p>Este estudo buscou investigar como o uso de tecnologias digitais, especificamente jogos, pode contribuir para o desenvolvimento das potencialidades, interesse, motivação e nível de concentração de alunos no espectro autista. A pesquisa é de base teórica fundamentada em uma revisão integrativa. Nos estudos selecionados para compô-la, procedeu-se à análise de elementos que permitissem uma compreensão aprofundada da contribuição de cada produção científica em relação ao tema central da investigação. Assim, buscou-se examinar se o objetivo de cada estudo estava condizente com a questão norteadora desta revisão, isto é, quais tecnologias digitais têm sido utilizadas no ensino de Matemática para estudantes com TEA e quais resultados têm sido observados. Além disso, foram examinados a metodologia empregada, os procedimentos e técnicas de coleta e análise de dados, os resultados obtidos, discussões, implicações e contribuições do estudo, bem como o potencial de aplicação prática dos resultados. As bases de dados consultadas foram o Google Acadêmico, SciELO e Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o recorte temporal de 2019 a 2025. A análise dos artigos indicou que as Tecnologias Digitais Educacionais oferecem contribuições significativas para a promoção de uma educação mais inclusiva de estudantes com TEA, especialmente na aprendizagem de Matemática, ao viabilizar ambientes adaptados, personalização do ensino e engajamento. O estudo incentiva a continuidade de investigações acerca da efetividade da aprendizagem mediada por jogos, visando não apenas validar a eficácia, mas também melhorar as experiências de aprendizagem de forma contínua.</p>Igor Farias MartinsGabriel Mello dos Santos de Abreu MólLuciana do Amaral Teixeira
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2026-10-022026-10-021113959PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E TECNOLOGIAS DIGITAIS: A DOCÊNCIA CENTRADA NA CURADORIA, MEDIAÇÃO CRÍTICA E FORMAÇÃO DA AUTONOMIA INTELECTUAL
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<p>O artigo objetiva analisar a evolução da docência mediada por tecnologias, desde uma perspectiva inicialmente instrumental, observada em experiências formativas realizadas em 2019, até sua consolidação como prática de curadoria de aprendizagens e mediação crítica do conhecimento no cenário educacional contemporâneo. Parte-se do entendimento de que a cultura digital, marcada pela aceleração informacional e pela sociedade em rede, redefine os modos de produção e circulação do conhecimento, exigindo da escola uma formação voltada à criticidade, à ética e à autonomia intelectual. Nesse contexto, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) institui a Computação e a Cultura Digital como dimensões estruturantes, deslocando o foco do uso técnico das tecnologias para o desenvolvimento de competências cognitivas complexas. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, foi realizada em 2019 com professores do Ensino Fundamental da rede municipal do Rio de Janeiro, por meio de questionários, grupos de conversação e oficinas formativas. Os dados revelaram que, naquele momento, predominava uma visão instrumental das tecnologias, com dificuldades centradas mais na compreensão pedagógica do que no acesso aos recursos. Muitos docentes associavam inovação ao uso de ferramentas, demonstrando insegurança quanto ao domínio técnico e pouca reflexão sobre suas finalidades educativas. A análise evidencia, contudo, um processo de amadurecimento da prática docente ao longo do tempo. No cenário de 2026, observa-se um deslocamento do foco do “como usar” para o “por que usar” as tecnologias, consolidando a docência como prática de curadoria das aprendizagens e de mediação crítica do conhecimento.</p>Claudinea de Araújo Batista
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2026-10-022026-10-021116076TECNOLOGIAS DIGITAIS E SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES
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<p>Esta pesquisa, de abordagem qualitativa, insere-se no campo da Educação Inclusiva e tem como foco a formação continuada de professores que atuam nas Salas de Recursos Multifuncionais (SRMs) da rede municipal de Mangaratiba (RJ), com ênfase no uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) no Atendimento Educacional Especializado (AEE). O estudo teve como objetivo analisar de que maneira uma proposta formativa, estruturada por meio de uma Sequência Didática, pode contribuir para a ressignificação das práticas pedagógicas voltadas aos alunos com deficiência. Metodologicamente, a pesquisa foi desenvolvida a partir de três encontros formativos, organizados como um curso de extensão, precedidos por um levantamento sobre as SRMs do município e as políticas públicas de Educação Inclusiva em âmbito nacional e estadual. A Sequência Didática foi planejada em cinco etapas, contemplando a escuta dos professores, a articulação entre conhecimentos prévios e novos conteúdos, a vivência de atividades mediadas por tecnologias digitais e a avaliação formativa. Os dados foram coletados por meio de questionários aplicados ao longo das formações. Os resultados indicaram que a formação favoreceu a ampliação dos saberes docentes, a atualização profissional e o fortalecimento de práticas pedagógicas mais inclusivas, especialmente no que se refere à personalização do ensino e ao estímulo à participação ativa dos alunos do AEE. Evidenciou-se, ainda, o fortalecimento da colaboração entre os profissionais da educação. Contudo, também foram apontados desafios relacionados à infraestrutura escolar, à limitação de recursos tecnológicos e à necessidade de acompanhamento prático contínuo. Conclui-se que o uso das TDICs, aliado a políticas de formação permanente e a condições estruturais adequadas, pode potencializar o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas no contexto do AEE.</p>Mabiane Rodrigues Oliveira da SilvaMariza Sueli de OliveiRA SodréSheila da Silva Ferreira Arantes
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2026-10-022026-10-021117787EDUCAÇÃO INCLUSIVA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: A ATUAÇÃO DE PROFESSORES DE APOIO NA ADAPTAÇÃO CURRICULAR EM UMA ESCOLA PÚBLICA
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<p>O presente estudo teve como objetivo investigar de que maneira a educação inclusiva e as tecnologias digitais se articulam na atuação do professor de apoio, especialmente no processo de adaptação curricular de uma escola pública. A pesquisa contou com uma abordagem qualitativa e exploratória, utilizando como instrumento de coleta de dados uma roda de conversa virtual com cinco professoras de apoio da rede municipal de Niterói/RJ. A análise de conteúdo das transcrições permitiu a identificação de categorias temáticas relacionadas a desafios e dificuldades, adaptação curricular, uso de tecnologias, formação docente, reconhecimento institucional e experiências exitosas. Os resultados evidenciaram que os principais entraves encontrados por esse público para a inclusão são: a escassez de recursos tecnológicos e materiais, a falta de formação continuada e a indefinição do papel do professor de apoio, o que acaba gerando sobrecarga de trabalho e limitando a efetividade das práticas pedagógicas. Por outro lado, constatou-se a criatividade a sensibilidade desses profissionais, que usam os próprios recursos para o estabelecimento de uma mediação pedagógica que promova a participação, a autonomia e o engajamento dos estudantes. Conclui-se que a inclusão é um processo dinâmico que exige a atuação do professor de apoio para a viabilidade de práticas pedagógicas inclusivas. O estudo realizado nesta realidade escolar reforçou a importância da elaboração de políticas e de ações formativas que visem o fortalecimento da atuação docente, a acessibilidade e a efetividade da educação inclusiva.</p>Joilza Oliveira SilvaPaulo Victor Rodrigues de Carvalho
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2026-10-022026-10-0211188101A LUDICIDADE COMO PONTE: UM JOGO DIDÁTICO DE QUÍMICA PARA A INCLUSÃO DE ESTUDANTES SURDOS EM SALAS DE AULA BILÍNGUES
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<p>A inclusão de estudantes surdos no Ensino de Química enfrenta desafios ligados à barreira linguística e à falta de recursos acessíveis. O presente trabalho investigou o desenvolvimento e a aplicação do jogo didático de tabuleiro <em>Qual a sua Descoberta?</em>, voltado a revisão de conteúdos de Química da Educação Básica, em uma sala de aula bilíngue (Português/Libras). A investigação buscou analisar a dinâmica interacional, o potencial inclusivo e os limites desse recurso de ensino-aprendizagem de estudantes surdos e ouvintes. A metodologia envolveu uma intervenção pedagógica com um jogo de tabuleiro e questionários diagnósticos. Os resultados revelaram uma conversão atitudinal; estudantes que, inicialmente manifestavam desinteresse pela Química, demonstraram ampla aceitação da ferramenta lúdica. Contudo, observou-se um elevado custo cognitivo para os estudantes surdos devido à carência de sinais-termo padronizados. No que tange à formação docente, os resultados indicam que, apesar do reconhecimento da importância da Libras, persiste um distanciamento entre a formação básica oferecida e a aptidão necessária para a mediação de conteúdos técnicos da Química. Conclui-se que, além do recurso visual, a inclusão plena exige uma evolução curricular para Libras Instrumental e Científica, garantindo autonomia ao professor e equidade na aprendizagem.</p>Ingrid Aragão Lima AzevedoMalena Gomes MartinsSelma Elaine MazzettoAdonay Rodrigues Loiola
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