UMA PROPOSTA DE ACESSIBILIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: A TECNOLOGIA ASSISTIVA NA TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/2283237.10.1-6

Palavras-chave:

ensino de química, material didático, titulação, deficiência visual

Resumo

O ensino de Química no contexto escolar é tradicionalmente orientado por práticas experimentais que envolvem forte dependência da observação visual, como nas reações químicas que apresentam mudanças de coloração ou formação de precipitados. Tais abordagens, no entanto, podem limitar o acesso de estudantes com deficiência visual aos conteúdos práticos e experimentais. Este artigo objetiva apresentar reflexões a respeito do desenvolvimento de um modelo didático acessível para a prática da titulação ácido-base, utilizando tecnologia assistiva para representar, de forma sensorial, o ponto de equivalência. A metodologia adotada baseou-se nos princípios do Desenho Universal e na construção de um sistema composto por uma balança de pratos tátil e um sinalizador sonoro, acionado por um circuito com microcontrolador (Arduino Uno), buzzer e protoboard. Os materiais utilizados foram de baixo custo e fácil aquisição. O ponto de viragem, geralmente indicado por mudança de coloração, foi representado pelo equilíbrio da balança e pela emissão sonora do sistema, possibilitando a identificação do momento da neutralização por meio do tato e da audição. Como resultado, a proposta demonstrou potencial de aplicação em atividades escolares, promovendo acessibilidade e participação de estudantes com deficiência visual em atividades experimentais. Conclui-se que práticas inclusivas com recursos de tecnologia assistiva podem contribuir para um ensino mais equitativo e sensível à diversidade dos alunos.

Biografia do Autor

Charlyana de Carvalho Bento, Universidade de São Paulo

Graduada em Licenciatura em Ciências da Natureza (2013) e mestre em Sustentabilidade (2023) pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP). Possui formação técnica em Química (2016) pela Escola Técnica Estadual (Etec) do Centro Paula Souza (CPS). 

Rodrigo Ferreira de Lucena, Universidade de São Paulo

Doutorado pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (2016). Mestrado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (2010). Graduação em Licenciatura em Física (2007) e bacharelado em Geofísica (2010) pela Universidade de São Paulo, Engenharia de Computação pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (cursando). Funcionário dos Laboratórios de Pesquisa de Física e Ciências da Terra da Escola de Artes, Ciências e Humanidade da Universidade de São Paulo.

Camila Pinto Dourado, Universidade de São Paulo

Mestre em Ciências na área de Química de produtos naturais pelo Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP) (2024). Graduada em Licenciatura em Ciências da Natureza pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (2020). 

Letícia Rodrigues Barrozo Lopes, Universidade de São Paulo

Doutoranda em Ciências e tecnologia pela Universidade de São Paulo (USP), Mestra em Sustentabilidade na Escola de Artes, Ciências e Humanidades - USP, Licenciada em Ciências da Natureza pela Escola de Artes, Ciências e Humanidade (EACH-USP) Professora de Ciências Naturais, atuando na área de Química de Produtos Naturais.

Miriam Sannomiya, Universidade de São Paulo

Doutora em Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professora da Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil.

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Publicado

2025-11-03

Como Citar

Bento, C. de C., Lucena, R. F. de, Dourado, C. P., Lopes, L. R. B., & Sannomiya, M. (2025). UMA PROPOSTA DE ACESSIBILIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: A TECNOLOGIA ASSISTIVA NA TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE. REVISTA CARIOCA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO, 10(1), 77–91. https://doi.org/10.29327/2283237.10.1-6